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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Sete dores que não devem ser menosprezadas


dores corporais

Elas avisam: algo está errado. Mas preferimos pensar que vão passar depressa a procurar um médico. É aí que muitas vezes damos de cara com o perigo. Saiba como escapar de um engano. 

Levante a mão quem nunca se automedicou por causa de uma dor. É corriqueiro achar que ela é um mal passageiro, entupir-se de analgésico e esperar até ela se tornar insuportável para ir ao médico. Estudos indicam que 64% dos brasileiros tentam se livrar da sensação dolorosa sem procurar ajuda. Foi assim com a auxiliar de dentista Antônia Sueli Ferreira, 45 anos, de São Paulo. "Tomei muito remédio durante três meses por causa de cólicas fortíssimas e do que parecia ser uma lombalgia. Só depois fui ao médico. E então descobri que tinha um câncer colorretal. Tive de ser submetida às pressas a uma cirurgia.

Por sorte, estou bem", conta. Segundo o cirurgião Heinz Konrad, do Centro para Tratamento da Dor Crônica, em São Paulo, "a dor é um mecanismo de proteção que avisa quando algo nocivo está acontecendo". A origem do malestar? Eis a questão — e, para ela, precisamos ter sempre uma resposta. "Na dúvida, toda dor precisa ser checada, ainda mais aquela que você nunca sentiu igual", aconselha o cardiologista Paulo Bezerra, do Hospital Santa Cruz, em Curitiba. Aqui, selecionamos sete dores que você nunca deve ignorar. 

Dor de cabeça 

Dos 10 aos 50 anos, ela geralmente é causada por alterações na visão ou nos hormônios — esta, mais comum entre as mulheres. E esses são justamente os casos em que a automedicação aumenta o tormento. "Isso porque, quando mal usado, o analgésico transforma uma dorzinha esporádica em diária", avisa o neurocirurgião José Oswaldo de Oliveira Júnior, chefe da Central da Dor do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo. Acima dos 50 anos, as dores de cabeça merecem ainda mais atenção: é que podem estar relacionadas à hipertensão. 

Dor de garganta 

Costuma ser causada pela amigdalite de origem bacteriana ou viral. "Se não for tratada, a amigdalite bacteriana pode exigir até cirurgia", alerta o otorrinolaringologista Marcelo Alfredo, do Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa de Santo André, na Grande São Paulo. A do tipo viral baixa a imunidade e, em 10% dos casos, vira bacteriana. Portanto, pare de banalizar essa dor. Se ela parece nunca ir embora, abra os olhos: certos tumores no pescoço também incomodam e podem ser confundidos, pelos leigos, como simples infecções. 

Dor no peito 

"Quando o coração padece, a dor é capaz de se espalhar na direção do estômago, do maxilar inferior, das costas e dos braços", descreve o cardiologista Paulo Bezerra. Em geral, isso acontece quando o músculo cardíaco recebe menos sangue devido a um entupimento das artérias. "A sensação no peito é como a de um dedo apertado por um elástico. E piora com o estresse e o esforço físico", explica Bezerra. Não dá para marcar bobeira em casos assim: o rápido diagnóstico pode salvar a vida.

Dor nas pernas 

Muita gente não hesita em culpar as varizes — às vezes injustamente. "A causa pode ser outra", avisa a fisiatra Lin Tchia Yeng, do Hospital das Clínicas, em São Paulo. Uma artrose, por exemplo, provoca fortes dores nos pés e nos joelhos. Se não for tratada, piora até um ponto quase sem retorno. "Em outros indivíduos a dor vem das pisadas", explica Lin. "É quando há um erro na posição dos pés ou se usam calçados inadequados." Sem contar doenças como hipotireoidismo e diabete, que afetam a circulação nos membros. "Há medicamentos específicos para resolver a dor nesses casos", diz a reumatologista Solange Mandeli da Cunha, do Centro de Funcionalidade da Dor, em São Paulo. 

Dor abdominal 

Uma dica: o importante é saber onde começa. Uma inflamação da vesícula biliar começa no lado direito da barriga, mas tende a se irradiar para as costas e os ombros. Contar esse trajeto ao médico faz diferença. "Se a pessoa não for socorrida, podem surgir perfurações nessa bolsa que guarda a bile fabricada no fígado", diz o cirurgião Heinz Konrad. Nas mulheres, cólicas constantes — insuportáveis no período menstrual — levantam a suspeita de uma endometriose, quando o revestimento interno do útero cresce e invade outros órgãos. "Uma em cada dez mulheres que vivem sentindo dor no abdômen tem essa doença", calcula a anestesiologista Fabíola Peixoto Minson, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. 

Dor nas costas 

A má postura e o esforço físico podem machucar a coluna lombar. "É uma dor diária, causada pelo desgaste físico e pelo sedentarismo", diz o geriatra Alexandre Leopold Busse, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Conviver com o tormento? Essa é a pior saída. A dor nas costas, além de minar a qualidade de vida, pode escamotear o câncer no pâncreas também. "No caso desse tumor, surge uma dor lenta e progressiva", ensina a fisiatra Lin Tchia Yeng. Por precaução, aprenda que a dor nas costas que não some em dois dias sempre é motivo de visitar o médico. 

Dor no corpo 

Se ele vive moído, atenção às suas emoções. A depressão, por exemplo, não raro desencadeia um mal-estar que vai da cabeça aos pés. "O que dá as caras no físico é o resultado da dor psicológica", diz Alaide Degani de Cantone, coordenadora do Centro de Estudos e Pesquisas em Psicologia e Saúde, em São Paulo. "Quem tem dores constantes aparentemente sem causa e que vive triste, pessimista, sem ver prazer nas coisas nem conseguir se concentrar direito pode apostar em problemas de ordem emocional", opina o psiquiatra Miguel Roberto Jorge, da Universidade Federal de São Paulo. E, claro, essas dores que no fundo são da alma também precisam de alívio.

Ajude o médico a descobrir a verdadeira causa de seus “ais”. Leve as seguintes informações para a consulta:

Quando 

Puxe pela memória o dia, semana ou mês em que sua dor deu as caras e identifique a frequência com que ela aparece — se é diária, quantas vezes por dia se manifesta e quanto tempo costuma durar.

Onde 

Aponte os lugares do corpo em que a dor ocorre. Se for difícil especificar um ponto, mostre a região afetada. Explique também se ela começa em um lugar e, dali, se irradia para outros. 

Como 

Descreva a sensação — queima? Dá pontadas ou agulhadas? Formigamento? No lugar onde dói, você sente um aperto ou pressão? Acredite: para os ouvidos dos especialistas, esse tipo de informação vale ouro. 

Avaliação 

Dê uma nota de 1 a 10 à sua dor, comparando-a a outras que você já sentiu. Avalie o grau e não deixe de contar ao especialista se teve febre, perda de apetite ou falta de sono depois que a dor apareceu. 

Soluções

O que fez para diminuir a dor? Relate se uma bolsa de água quente ajudou. E preste atenção no seu corpo para dizer o que parece piorar a sensação dolorosa — comida gordurosa, esforço físico... o quê? 

Matéria publicada em Revista Saúde Online 

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

10 dicas para evitar o cabelo seco

cuidados com os cabelos


Cabelos muito secos e caspa são problemas que fazem o seu cabelo se tornar opaco e sem brilho, então aqui vão algumas dicas se você tem cabelo seco e quer melhorar a sua aparência:

01) Não use shampoo com muita frequência, já que ele é uma das causas mais comuns de cabelo seco e muitas vezes contêm produtos de limpeza agressivos que deixam de fora os óleos naturais do seu cabelo, que ajudam a manter a umidade. O shampoo ideal para o cabelo seco deve ter um pH entre 4,5 e 6,7.

02) O cabelo seco é frágil e sujeito a quebras, por isso deve ser tratado com cuidado, não puxe e nem esfregue com as unhas para evitar a irritação do couro cabeludo, mas esfregue com as pontas dos dedos para estimular o couro cabeludo.

03) Não utilize produtos que contenham álcool e use condicionadores sem perfume se o seu cabelo é muito seco, use condicionadores que são aplicados durante a noite e lave pela manhã.

04) São recomendados tratamentos com óleo (de cabelo) quente para reparar cabelos secos e danificados, use a medida de uma tampa de plástico por 5 a 20 minutos, em seguida, lave com um shampoo suave.

05) Escove o cabelo suavemente com uma escova que tenha cerdas de porco e nunca quando molhado, neste caso, use um pente.

06) Não utilize ferros quentes, se você usar o secador, faça-o com baixa temperatura e evite esticar o cabelo durante a secagem.

07) Não é necessário abandonar as práticas estilistas, como tinturas, permanentes e relaxantes.

08) O vinagre é um grande condicionador e pode melhorar a limpeza e brilho, basta acrescentar ¼ de xícara de vinagre para uma tigela com água e usá-lo como um condicionador após o xampu, deixe por alguns minutos e enxague com água morna.

09) Para limpar o cabelo e dar brilho, misture 3 ovos, 2 colheres de sopa de azeite de oliva ou óleo de cártamo e 1 colher de chá de vinagre. Aplique nos cabelos, cubra com filme plástico e deixe descansar por 30 minutos após esse tempo, lave como de costume.

10) Comer nozes e sementes são benéficos, pois eles fazem o seu cabelo adquirir brilho, graças aos ácidos graxos essenciais.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

As melhores dicas de cuidados com a pele, os cabelos e as unhas


As melhores dicas de cuidados com a pele, os cabelos e as unhas

As melhores dicas de cuidados com a pele, os cabelos e as unhas

Cuidados com a pele ressecada e/ou descamativa:

  • Não tome banhos muito quentes, eles retiram a oleosidade natural da pele.
  • Evite se ensaboar demais e não use bucha, isso retira a hidratação natural da pele. Prefira sabonetes suaves, "hidratantes".
  • Se tomar 2 banhos por dia, ensaboe o corpo todo em apenas 1 deles.  No outro, só ensaboe as áreas de dobra de pele (axilas, regiões inguinais e nádegas).
  • Logo após o banho, com a pele ainda úmida, use um hidratante nas áreas ressecadas. Procure um dermatologista para saber qual o hidratante mais indicado para sua pele.
  • Beba bastante água e coma frutas, legumes e verduras.

Cuidados com a pele oleosa:

  • Evite usar hidratantes nas áreas de pele oleosa, eles raramente são necessários. Mesmo se logo após o banho, a pele parece ressecada, em pouco tempo a oleosidade natural vai retornar.
  • Evite lavar a face com água quente, pois isso estimula a produção de mais oleosidade.
  • Evite alimentos gordurosos.
  • Beba bastante água e coma frutas, legumes e verduras.
  • Só use filtros solares ou cosméticos com o rótulo oil free (sem óleo).
  • Se, além de oleosa, a pele descama ou fica avermelhada ou com coceira, procure um dermatologista, você pode estar com dermatite seborréica.

Cuidados com os cabelos oleosos:

  • Evite usar condicionadores próximo à raiz dos cabelos ou xampus que contenham condicionadores na sua fórmula (2 em 1).
  • Evite lavar a cabeça com água quente.
  • Evite alimentos gordurosos e bebida alcoólica.
  • Beba bastante água e coma frutas, legumes e verduras.
  • Cuidado com o estresse, ele pode aumentar a produção de oleosidade.
  • Se além da oleosidade tem caspa e coceira, pode ser a dermatite seborréica. Neste caso, procure um dermatologista para o correto diagnóstico e tratamento.

Cuidados com os cabelos  ressecados e com pontas duplas:

  • Use condicionadores após o xampu.
  • Use regeneradores de pontas após o banho.
  • Evite pentear frequentemente os cabelos.
  • Evite fazer escova.
  • Evite o calor intenso dos secadores.

Cuidados com as unhas:

  • Não corte as unhas até o "sabugo", deixe sempre uma pequena porção da borda livre.
  • Não corte as unhas dos pés pelos cantos, isso evitará que elas encravem.
  • Não retire ou afaste as cutículas, elas protegem a matriz ungueal da ação de substâncias químicas e/ou microorganismos.
  • Evite usar endurecedores de unha, eles podem causar ressecamento e manchas.
  • Evite deixar as mãos úmidas por muito tempo. A umidade excessiva favorece o surgimento de micoses como o "unheiro".
  • Deixar de usar esmaltes durante 1 semana por mês, usando um hidratante com uréia neste período, ajuda a evitar o ressecamento e desfolhamento das unhas.
  • Qualquer alteração como bordas desfolhando ou quebrando, manchas, descolamento ou espessamento da unha, procure um dermatologista para o correto diagnóstico e tratamento.


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